O diretor James Cameron revelou o motivo que o mantém fiel à saga Avatar, mesmo após mais de 20 anos de trabalho no universo de Pandora. Em entrevista à revista Rolling Stone, o cineasta afirmou que seu maior incentivo não é o lucro, mas a mensagem por trás das histórias.
“Eu justifiquei fazer filmes de Avatar para mim mesmo nos últimos 20 anos não com base em quanto dinheiro ganhamos, mas na esperança de que isso possa fazer algum bem, ajudar a nos conectar com a natureza e resgatar um aspecto perdido de nós mesmos”, disse Cameron. Ele define a franquia como uma “estratégia de cavalo de Troia”: entretenimento que também provoca reflexão.
Após o sucesso estrondoso do primeiro filme, lançado em 2009 e que segue como a maior bilheteria da história (US$ 2,92 bilhões), os fãs aguardaram 13 anos pela sequência Avatar: O Caminho da Água (2022), que também quebrou recordes e se tornou o terceiro maior sucesso de todos os tempos, arrecadando US$ 2,32 bilhões.
O terceiro capítulo, Avatar: Fogo e Cinzas, tem estreia prevista para este ano, com pelo menos mais duas sequências planejadas para 2029 e 2031. Segundo Cameron, esse sucesso comercial garante a liberdade para continuar expandindo Pandora e desenvolvendo sua visão para o futuro da franquia.